
Rafael contou que passou por uma tortura psicológica.
"Os pacientes me cercavam, me batiam, eram loucos, com problemas psiquiátricos gravíssimos. Além disso, eu era muito medicado. Qualque coisa que falasse, qualquer desvio de comportamento, lá vinham as injeções! Era um clima de terror!".
No livro, Rafael diz que a doutora foi se interessando por ele.
"(...) Um dia me aproximei dela e a beijei. Corri o maior risco, porque naquele momento, poderia ter me dado uma bofetada, chamado a segurança, os enfermeiros, ter mandado me dopar de novo, mas, pra minha agradável surpresa, não aconteceu nada disso! Eu estava certo. Ela correspondeu, me beijou também, o clima esquentou e acabamos fazendo sexo ali mesmo no consultório".
Por conta disso, Rafael ganhou períodos de liberdade: “Elizabeth me tirava da clínica para passarmos as noites juntos. Eu ia para a casa dela durante a semana, dormia lá e depois voltava. Numa dessas idas, peguei dinheiro,
o carro dela e fui comprar droga e beber. Ela soube, mas não se importou, deixou de me controlar, não agia mais como minha psiquiatra. Estava apaixonada!”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário